Em nota, Trump exaltou o trabalho do general McMaster: “[Sua] liderança na equipe do Conselho de Segurança Nacional ajudou em grandes conquistas da minha administração que impulsionaram a segurança nacional da América”.
Segundo o “New York Times”, funcionários da Casa Branca disseram que a saída de McMaster foi uma decisão “mútua e amigável” que era discutida há várias semanas. O processo teria sido acelerado para que Trump constituísse uma nova equipe antes do encontro com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
John Bolton, 69, foi anunciado pelo presidente americano no Twitter como o novo ocupante da cadeira, a qual deve assumir no próximo dia 9 de abril.
Bolton, que será o terceiro conselheiro de Segurança Nacional em 14 meses da administração Trump, foi embaixador dos EUA na ONU entre 2005 e 2006, sob o mandato do republicano George W. Bush. Ele atuava como comentarista na rede de TV Fox News.
Defensor de invasão do Iraque
Como funcionário do alto escalão do Departamento de Estado de Bush, Bolton foi um ferrenho defensor da invasão do Iraque pelas tropas americanas em 2003 - a motivação oficial para a guerra, de que o ditador Saddam Hussein guardava armas de destruição em massa, jamais foi comprovada.
Em comentários feitos na TV, o futuro conselheiro defendeu o uso da força contra o regime norte-coreano e a anulação do acordo com o Irã sobre desenvolvimento de tecnologia nuclear, posições semelhantes às manifestadas por Trump.
G1



