“A gente vê a dificuldade dos funcionários e da comissão (técnica) pela falta de dinheiro. A maioria ganha um salário mínimo. Cinco e seis meses sem receber faz muita falta. Estamos preocupados com ele. O dia a dia tem sido muito complicado", desabafou o camisa 23, reconhecendo que a situação é desumana.
No ano passado, Grafite foi um dos responsáveis por ajudar os trabalhadores com verba e doações de cestas básicas. Além da liderança, o profissionalismo do veterano é um exemplo para o próprio clube. Realista, ele acha difícil que todos os débitos sejam quitados até o fim deste ano.
“Vai ser muito complicado pagar tudo. A dívida é grande com jogadores e funcionários. O fim do ano está chegando e todo mundo quer passar bem o Natal e o Ano Novo. Queremos dar presentes para os filhos e fazer uma feira maior. A verdade é que ninguém queria fazer greve, mas foi o último recurso que encontramos para se ter uma atitude”, disse.
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