De acordo com as centrais, não houve orientação para paralisação de categorias profissionais nem para bloqueios de vias públicas. Apesar disso, os sindicalistas não eliminaram a possibilidade de, a partir do final da assembleia, saírem em caminhada até a Superintendência Regional do Trabalho, na avenida Agamenon Magalhães, no Espinheiro. Eles também disseram ser possível que categorias como bancários, professores e alguns serviços tenham operações suspensas.
O movimento é um "momento de retomada da resistência dos trabalhadores", disse Hemilton Bezerra, da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB). "As pessoas ainda não estão entendendo as consequências da reforma; não adianta ficar protestando no sofá, tem que ir para a rua", disse. "Estamos convocando todos os trabalhadores. Queremos acordá-los, mostrar os riscos do silêncio", disse Rinaldo Júnior, presidente da Força Sindical.
O movimento também é contrário à reforma da Previdência. Durante o movimento, também serão colhidas assinaturas para a campanha de anulação da reforma Trabalhista. A campanha precisa colher 1,3 milhão de assinaturas para encaminhar um projeto de lei de iniciativa popular.
FOLHAPE



