O temor é que distribuidoras usem o Terminal na importação (sem pagar impostos) de álcool podre, a base de milho, dos Estados Unidos.
A suspeita é que a importação de álcool de milho objetiva quebrar o produtor de álcool de cana, que paga impostos, e tirá-los do mercado.
Únicas no setor capitalizadas, as distribuidoras aproveitaram a falência de produtores do Sudeste para adquirir destilarias na bacia das almas.
DIÁRIO DO PODER



