Nesta quinta, os delegados Felipe Monteiro, Gestor da Divisão de Homicídios Sul, e Élder Tavares, da Delegacia de Desaparecidos, participaram de uma entrevista coletiva, no Recife, para explicar a operação no Engenho Santana, em Vila Piedade. Na ação, ocorrida na terça-feira (3), duas mulheres foram levadas para prestar depoimento.
Uma delas é mãe de um dos suspeitos e dona da casa onde estavam as drogas e os explosivos apreendidos. “Se ficar configurada a participação dela, vamos fazer a autuação”, declarou o delegado Felipe Monteiro.
Além deles, a polícia informou que existe um foragido. “É um homem que tem vários mandados em aberto por homicídios. Ele é temido na comunidade”, disse Monteiro.
Segundo o delegado Élder Tavares, a apreensão dos explosivos causou supresa aos policiais. A investigação começou a partir de denúncias anônimas de homiícios na área , relacionadaos ao tráfgico. "O material estava enterrado na propriedade", afirmou.
O policial ressaltou que, durante as primeiras ouvidas, o homem se negou a informar a origem da dinamite. “Vamos manter a investigação para saber de onde partiram os explosivos e em que ação eles seriam empregados”, comentou.
Drogas
Além dos explosivos, as equipes da Polícia Civil apreenderam 54,5 quilos de maconha e 168 gramas de crack. Os suspeitos também portavam uma espingarda do tipo garrucha e munições. Foram recolhidos, ainda, R$ 2 mil em dinheiro e telefones celulares.
Os suspeitos foram conduzidos à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Recife. A polícia autuou o maior de idade pelos crimes de tráfico de drogas e porte de armas. O adolescente ficará à disposição da Justiça.
DIÁRIO DO GRANDE RECIFE / G1PE



