Os detalhes foram divulgados na manhã desta quinta-feira (28). A organização criminosa era responsável por assaltos, homicídios e tráfico de drogas. O delegado Vicktor Melo afirmou que os suspeitos praticavam os crimes forma violenta, agredindo as vítimas - moral e fisicamente - para intimida-las.
“Eles as aterrorizavam com pancadas, chutes e pontapés. Inclusive, duas adolescentes estrangeiras foram constrangidas e humilhadas por eles”, destacou o delegado, exemplificando a última ação do grupo contra uma residência de veraneio em Gaibu, na última segunda-feira (25). O delegado espera atribuir aos suspeitos o crime de tortura no inquérito.
Além da morte da grávida, que aconteceu no último mês de junho, em Maraial, Jackson é suspeito de envolvimento em, no mínimo, seis homicídios. O grupo do qual Jackson liderava foi apontado como de alta periculosidade. Segundo o delegado, a quadrilha concentrava seu quartel de comando, ou 'boca de fumo', na Vila do Caju, em Gaibu, município do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.
A quadrilha tomou conta da área agindo de forma violenta, chegando, inclusive, a expulsar os moradores das residências próximas à "boca". O grupo foi desarticulado em operação da Polícia Civil, que prendeu em flagrante quatro pessoas na última terça-feira (26), e mais três na última quarta-feira (27), totalizando 7 presos.
FolhaPE



