Após o apito final do duelo contra o Criciúma, os pouco mais de 4 mil de torcedores que estiveram nas arquibancadas do Arruda protestaram contra a equipe. Givanildo se posicionou sobre a atitude. “Como o torcedor vai ficar satisfeito? Eu só tenho de pedir desculpas pelo que está acontecendo. Mas também posso dizer que deixo uma esperança a eles. Porque eu tenho certeza que vamos reagir. Essa não é a primeira vez que eu passo por um momento ruim. Mas temos de ter força pra sair disso”, disse o comandante.
Como um dos problemas para tamanha má fase, o treinador apontou a pouca possibilidade de repetição da equipe, desde que chegou ao clube. “No futebol, não existe mais ter apenas 11 jogadores. Temos de ter um elenco. Mas hoje, foram seis mudanças em relação ao jogo passado. E desde o meu primeiro jogo, contra o Brasil de Pelotas, sempre estamos perdendo pelo menos três, a cada partida. Isso complica bastante o trabalho”, contou.
“Mas eu não me entrego nunca. Eu acho que no futebol, tudo acontece. E o Santa Cruz é grande. E temos de ter força para sair dessa situação”, afirmou Givanildo Oliveira. Com relação aos salários atrasados no clube, que não recebe os vencimentos referentes aos meses de maio e junho, o treinador preferiu não comentar o assunto. “Isso é um negócio que não dá para falar mais. Vocês (Imprensa) sabem da situação. Eu não vou falar mais falar sobre isso. A prova é que já me perguntaram e eu falo: pergunta ao presidente. Temos de fazer o nosso lado. Para sairmos dessa situação.”
A expectativa era que uma folha das duas em atraso fosse quitada nesta segunda-feira (7), mas até o momento os jogadores e os funcionários seguem sem receber.
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