Os ministros começariam a votar na próxima sexta-feira (16) e teriam prazo até 26 de abril para se manifestar. Optou-se por abreviar a decisão. Após conversar com os colegas, Fux incluiu o caso como primeiro item da pauta da sessão de quarta. Ele avaliou que a relevância do caso justifica a urgência.
A tendência é que a liminar será confirmada pelo plenário. Barroso já havia conversado previamente com todos os ministros. Na mesma quarta-feira, o Supremo julgará os agravos do caso Lula, de relatoria do ministro Edson Fachin. Neste julgamento, está em jogo a decisão do relator da Lava Jato que anulou as condenações impostas ao ex-presidente Lula pela força-tarefa de Curitiba, transferindo os processos para a Justiça Federal de Brasília.



