Pelo serviço elas serão remuneradas com 75% do salário mínimo e terão remição de pena de um dia para cada três trabalhados. Na Rochelle trabalham atualmente 48 reeducandas e com a chegada das novas trabalhadoras, esse número sobe para 62.
Além da CPFR, a Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima (CPFAL) também conta com qualificação profissional. Em janeiro deste ano, 40 reeducandas concluíram o curso de Moda Íntima pelo Senai. Até o dia 23 de março, colocam a mão na terra aprendendo a fazer hortas, no curso de Olericultura, ministrado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), com 40 horas/ aula.
O objetivo dos cursos de qualificação, de acordo com a Seres, é promover qualificação para as reeducandas visando o retorno ao mercado de trabalho, e a diminuição da reincidência criminal.



