O projeto, que terá cursos nas áreas como tecnologia, fotografia e comunicação, tem como principal ação dar condições de transformação à vida de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto. “Eu começo a acreditar realmente que é possível retomar essa luta de forma mais qualificada. Com o projeto, vamos ter certeza que, na maioria das vezes, o trabalho terá solução”, ressaltou o coordenador da Infância e Juventude do TJPE, desembargador Luiz Carlos Figueiredo.
Representando a presidente da Funase, Nadja Alencar, o coordenador do Eixo Profissionalização, Esporte, Cultura e Lazer da instituição, Normando Albuquerque, avaliou a proposta do TJPE para os adolescentes que serão contemplados com as formações oferecidas. “O projeto será um apoio para o sistema socioeducativo. Além de abrir portas para os meninos ingressarem no mercado de trabalho e se qualificarem, ele também diminui, de certa forma, a demanda que vai chegar à Funase. Ao fortalecer as medidas em meio aberto, a ação também fortalece o meio fechado. É um sistema”, declarou.



