“Estou aqui junto com essa multidão de alunos para termos mais ideias na hora do Enem e compreender sobre os assuntos que nós temos em sala de aula com uma nova abordagem, mais abrangente”, conta a estudante Carolaine Sales, da Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Adelaide Pessoa Câmara, de Jaboatão dos Guararapes.
Além dos alunos da Região Metropolitana do Recife, o aulão também atraiu estudantes como Adriele da Silva Muniz, moradora de Trindade, no Sertão do estado. "São quase 700 quilômetros de viagem, mas a gente ficou sabendo que esse aulão era muito bom e queria fazer um bom proveito, principalmente em redação e em matemática, que eu tenho um pouco de dificuldade", afirma.
Realizado desde 2006, o aulão do Projeto Educação contou, em 2018, com 19 professores fazendo questões e tirando dúvidas de português, redação, literatura, matemática, filosofia, sociologia, espanhol, inglês, história geral e do brasil, física, biologia, geografia e química. Uma intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) auxiliou estudantes com deficiência auditiva.
“É o ano todinho de preparação e desde então ele chegou, espero que eu possa aproveitar da melhor forma possível”, conta a estudante Joana Clara, da Erem Coronel João Francisco, em São Vicente Férrer, no Agreste.
"Nessa reta final, essa é uma grande oportunidade, não só pela aula em si, mas por essa grande integração de escolas em todo estado. Isso é imprtante nessa preparação final, para eles se sentirem mais fortalecidos durante todo esse processo", afirma o secretário de Educação de Pernambuco, Fred A
“Vai ser muito produtivo para o Enem e para os outros vestibulares que a gente vai fazer no decorrer da nossa vida”, diz a estudante Flávia, de São José do Egito, no Agreste. Da mesma cidade, a aluna Laene Melo também deseja um domingo produtivo para os estudos. “Queremos adquirir novos conhecimentos com os professores”, diz.
"Eu já fui algumas vezes a aulões e os professores aqui são incríveis. É muito conhecimento de uma forma muito prática. A gente não tem acesso a isso todo dia, então só de ter um pouquinho já é um privilégio", afirma Eduarda Mouras, estudante Eduarda Moura, da Erem Mário Severino de Andrade Guerra, de Machados, no Agreste.
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