Inicialmente, todos os governos dos países presentes à reunião se dispuseram a trocar informações sobre o fluxo migratório a partir de dados transmitidos à Secretaria-Geral da Comunidade Andina. O objetivo é buscar “mecanismos de controle migratório”. Porém, não foi detalhado como será feito esse controle. Os representantes do CAAM também definiram que haverá uma cooperação regional para colaborar com o financiamento de traslados e a fixação dos venezuelanos nas áreas específicas em cada país.
Paralelamente, as autoridades andinas apelaram para que o governo do presidente Nicolás Maduro facilite a entrega dos documentos aos venezuelanos que querem deixar o país, como identidade, certidões de nascimento e passaportes. Na Venezuela, Maduro afirmou que há uma “campanha de ódio” e xenofobia contra os venezuelanos, liderada pelo Peru.
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