Ela era lotada no Batalhão de Maragogi (AL), mas mora na cidade de Gameleira (PE). O pedido por doações tem sido compartilhado pelos militares de Alagoas via WhatsApp.
Em entrevista, por telefone, nesta quarta-feira (11), a soldado explicou que as próteses que ela precisa custam em média R$ 7 mil e são fabricadas apenas em duas empresas no país, que ficam em São Paulo e Minas Gerais.
"Elas tentam imitar a realidade. Estou tentando correr atrás agora e já está muito difícil. Estou sofrendo muito, estou andando com a mão esquerda enfaixada, que foi a que eu tive uma perda maior, por conta do impacto para as pessoas que veem. Até eu mesmo não consigo ficar olhando", contou a PM.
Ainda segundo Jaiane, o custo geral é maior, já que mesmo conseguindo o dinheiro dos equipamentos, vai precisar passar uma semana em um desses estados, a depender da empresa escolhida, para fazer as medidas e avaliar o tom das próteses com o de sua pele.
Quem quiser ajudar na compra das próteses, pode doar qualquer valor por depósito bancário na Caixa Econômica Federal, agência 3695, operação 001, conta corrente 20925-9.
Depois do assalto, a soldado foi afastada por licença médica e deve ser reformada (aposentada).
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