De acordo com Sandra Santos, esses laudos correspondem às perícias no local do crime e a genética - que identificou que os restos mortais eram de Denirson e foi realizada no Instituto de Genética Forense Eduardo Campos (IGFEC). “A perícia médico-legista não tem prazo definido e leva tempo, principalmente pelo estado em que os fragmentos
chegaram. Muito fragmentados. Isto é um dificultador, mas estamos confiantes”, comenta a perita.
Ainda de acordo com a Sandra Santos, novas perícias podem ser solicitadas. “A investigação continua em andamento, logo, novas perícias podem ser solicitadas e feitas”, afirmou.
Entenda o caso
O desaparecimento do médico cardiologista Denirson Paes da Silva vinha sendo investigado desde junho passado. Em um Boletim de Ocorrência registrado no último dia 20 de junho, a farmacêutica Jussara Rodrigues Silva Paes, 54, alegava que a vítima teria viajado para fora do País e que não teria retornado. A delegada Carmem Lúcia, de Camaragibe, desconfiou do envolvimento dos familiares e solicitou um mandado de busca e apreensão no condomínio em que eles moravam.
Os primeiros restos mortais do médico, que foi esquartejado, foram encontrados no último dia 4 dentro de uma cacimba na casa onde morava com a família, em um condomínio na estrada de Aldeia, em Camaragibe, no Grande Recife.
Para a polícia, há indícios suficientes da participação da esposa e do filho do casal Danilo, 23 anos, na morte e ocultação do cadáver do médico. A farmacêutica e o filho estão presos temporariamente - ela na Colônia Penal Feminina, no Recife; e ele, no Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na RMR.
Vizinhos do médico afirmaram que dois funcionários dele prestaram depoimento. Um deles teria afirmado que a esposa da vítima o chamou dias atrás para fechar, com
cimento, uma cacimba que já estaria lacrada com uma tampa "bastante pesada para ser carregada por uma pessoa só". O homem teria notado um mau cheiro, mas a
farmacêutica alegou que um gato tinha morrido dentro da cacimba.
O segundo funcionário contou à polícia que o médico, pouco antes de desaparecer, tinha explicado a ele que não precisaria mais de seus serviços porque estaria se separando e iria morar no Recife.
Os primeiros restos mortais do médico, que foi esquartejado, foram encontrados no último dia 4 dentro de uma cacimba na casa onde morava com a família, em um condomínio na estrada de Aldeia, em Camaragibe, no Grande Recife.
Para a polícia, há indícios suficientes da participação da esposa e do filho do casal Danilo, 23 anos, na morte e ocultação do cadáver do médico. A farmacêutica e o filho estão presos temporariamente - ela na Colônia Penal Feminina, no Recife; e ele, no Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na RMR.
Vizinhos do médico afirmaram que dois funcionários dele prestaram depoimento. Um deles teria afirmado que a esposa da vítima o chamou dias atrás para fechar, com
cimento, uma cacimba que já estaria lacrada com uma tampa "bastante pesada para ser carregada por uma pessoa só". O homem teria notado um mau cheiro, mas a
farmacêutica alegou que um gato tinha morrido dentro da cacimba.
O segundo funcionário contou à polícia que o médico, pouco antes de desaparecer, tinha explicado a ele que não precisaria mais de seus serviços porque estaria se separando e iria morar no Recife.
FOLHAPE



