O projeto foi discutido em uma reunião na Câmara, que contou com a presença do comandante da 4ª Regional da Polícia Militar (PM), coronel Alexandre Nocelli, o secretário de Agropecuária de Abastecimento, Bebeto Faria e representantes do Legislativo.
Na pauta, eles discutiram como devem implantar o projeto de segurança comunitária e participativa no local das feiras. O projeto é semelhante à “rede de vizinhos protegidos”, em que moradores trocam mensagens com a PM sobre ações suspeitas por meio de um grupo em um aplicativo.
Para o coronel da PM, a força econômica das feiras, sua tradição, importância e o número de pessoas que circulam por elas justificam a criação do projeto.
“A forma mais eficiente de combater a criminalidade é o uso da inteligência, de informação. Por isso esse contato da polícia com a comunidade é indispensável”, diz.
Inicialmente, o projeto deve contar com encontros educativos e palestras realizadas pela PM sobre noções de segurança pública. Depois deste processo, um grupo de aplicativo de mensagens será criado entre os feirantes e os policiais, para que fotos, vídeos e mensagens sobre atitudes suspeitas possam ser trocados.
G1



