Essa é a segunda edição da feira e acontece como parte da programação da final do Campeonato Paralímpico do Nordeste. Na primeira edição, que aconteceu na abertura do evento, sete dos 10 animais disponíveis foram adotados.
Os animais que participam da feira estão em lares temporários de protetores independentes de animais e foram resgatados da rua ou de situações de risco. Todos vermifugados, vacinados contra raiva e castrados. Segundo a presidente da Apape, Andrea Gadelha, apenas uma das cadelas do evento não foi castrada, por recomendação médica.
Ao adotar um dos animais, o novo dono assina um termo de adoção e responsabilidade. Entre as definições do documento, é concedido à Apape o direito de recolher o animal, em caso de identificação de maus tratos. Durante pelo menos um ano, a associação pode realizar visitas para analisar a situação dos animais.
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