O diretor de comunicações do Instituto de Precisão Pública, Sam Husseini, estava a serviço do semanário norte-americano The Nation e foi expulso cúpula minutos antes do início da reunião. Ele portava cartazes sobre o tratado de proibição de armasnucleares. Vídeo publicado no twitter pelo jornalista Jonathan Swan exibe o momento da ação.
A chegada do presidente americano às terras finlandesas teve como destaques protestos em relação à liberdade de imprensa. "Senhor Presidente, bem-vindo à terra da imprensa livre", diz anuncio do Helsingin Sanomat, o maior jornal da Finlândia.
Outro protesto que ganhou as redes sociais nesta segunda foi o ato do Resist Gag, na praça do Senado, pelos direitos reprodutivos das mulheres. Alguns dos cartazes faziam apelo a Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos.
Horas antes da cúpula, uma Organização Não-Governamental (ONG) iluminou o palácio presidencial de Helsinque com a frase "O mundo inteiro está vendo" para denunciar as atrocidades contra os homossexuais na Chechênia.
No domingo (15) à noite, militantes americanos da ONG Human Rights Campaign (HRC) instalaram um potente projetor diante do palácio, no momento em que o avião do presidente dos Estados Unidos chegava ao aeroporto internacional da capital finlandesa.
O palácio foi iluminado com mensagens como "O mundo inteiro está vendo", "O silêncio mata" "#OsOlhosnaChechênia", ou "Trump e Putin, ponham um ponto final aos crimes contra a humanidade na Chechênia".
"Denunciamos a recusa do governo [americano] de tratar com Vladimir Putin das atrocidades cometidas contra os chechenos homossexuais", explicou à AFP o porta-voz da HRC, Chris Sogro.
Diretor de comunicações do Instituto de Precisão Pública, Sam Husseini, estava à serviço do semanário norte-americano The Nation e foi expulso cúpula. Ele portava cartazes sobre o tratado de proibição de armas nucleares
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