Federico Addiechi, chefe do departamento de responsabilidade social da organização, afirmou que a decisão foi tomada porque os casos de sexismo na Rússia são mais frequentes que os de racismo.
Segundo a Farework, ONG parceira da Fifa responsável por monitorar discriminação e racismo, foram registrados 45 casos de sexismo e assédio a mulheres durante a disputa do Mundial. Desse número, 15 foram jornalistas atacadas e beijadas à força por torcedores.
"Estes casos aconteceram fora dos estádios e soubemos pela mídia e redes sociais, que nos permitem monitorar de uma maneira muito melhor a situação", disse Addiechi, chefe de sustentabilidade e diversidade da Fifa.
A disputa entre Bélgica e Inglaterra, que buscam a terceira posição no torneio, será neste sábado (14), às 11h. A final entre França e Croácia está marcada para domingo (15), às 12h.
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