A esporotricose é uma doença que apresenta micose subcutânea causada pelo fungo Sporothrix schenckii. Geralmente afeta a pele e os vasos linfáticos próximos a ela, mas pode também atingir ossos, pulmão e articulações.
Ministrada pelos veterinários do CEVAO, Isly Cavalcanti, Ulisses Negromonte e Jaqueline Souza, a programação contou com dinâmicas, reunião de grupos e apresentação de informações através de audiovisual.
“Estaremos com dois módulos, o primeiro momento é este para falar sobre a doença e achados científicos. Depois reuniremos os médicos e enfermeiros da assistência da média complexidade para discutir a parte de tratamento e intervenções clínicas para propor ao município referencias à população com esporotricose, tanto animal como humana”, enfatizou o gerente do CEVAO, Henrique Silva.
Ele acrescentou ainda que hoje o CEVAO já monitora alguns animais domiciliados com esporotricose, inclusive oferecendo o tratamento, através do Itraconazol. Com relação ao paciente humano, a unidade referência é o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
A capacitação contou com as participações da secretária executiva de Saúde, Zelma Pessoa; da coordenadora da Vigilância em Saúde da I Geres do Estado, Viviane Pina; de representantes da Organização Não Governamental Protetora dos Animais Amigo Pet, e da diretora de Vigilância em Saúde da cidade, Mariurcha Dantas.
O encontro reuniu ainda diretores e gerentes de unidades de saúde, Consultório na Rua, SAMU e acadêmicos da FOCCA. Os estudantes foram monitorados pela professora Carolina Gomes. “Estamos aqui para construir e saber junto com a Secretaria de Saúde de Olinda os mecanismos para quebrar as lacunas, construir protocolos de atendimento à população, descobrir e descrever o perfil epidemiológico da esporotricose para conseguir atuar e trazer melhores resultados de diagnósticos e tratamentos”, destacou a educadora.
SECOM


