Curtindo a primeira Copa do Mundo da filha Maria Eduarda, de 3 anos, a recepcionista Angélica Neves chegou ao local despreparada para a chuva, mas, em compensação, a torcida pelo Brasil estava fortalecida para ensinar à pequena a tradição de amor à Seleção Brasileira.
“Na Copa passada eu estava grávida, então agora ela está vendo o Brasil jogar numa Copa pela primeira vez e já vai saber como é a emoção”, diz.
Já o funcionário público Alisson Freitas e a estudante Amanda Ferreira vieram prontos para qualquer clima. “Hoje de manhã estava chovendo, então eu já sabia que poderia chover também na hora do jogo”, conta Amanda.
O namorado dela, Alisson, torceu pelo Brasil com uma sombrinha de frevo temática na cabeça. “É bom porque protege da chuva e ainda fica sendo um acessório para torcer”, afirma confiante na conquista do hexa.
Em meio à mistura verde e amarela no Cais da Alfândega, o promotor de vendas Erick Santos, torcedor da Alemanha, não parecia frustrado por não ter levado guarda-chuva, mas sim pela saída dos alemães do Mundial da Fifa.
“Só me restou torcer pelo Brasil agora, mas estou confiante de que a Seleção vai passar para as oitavas de final”, afirma.
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