Nesta terça-feira (1º), a reportagem voltou ao local e encontrou um número menor dos animais, já que, segundo moradores, a Vigilância Ambiental do município fez aplicações de veneno. Ainda assim, os caramujos, vivos ou mortos, ficam concentrados ao lado de um terreno baldio.
“Colocaram remédio, mas a situação da rua não adianta muita coisa. Só nessa semana, peguei uns 50 [caramujos], coloquei numa pá e joguei sal e cloro. Esse terreno baldio também aumenta a proliferação”, afirma o aposentado Romero Rigueira.
O bicho não transmite esquistossomose, mas é responsável por transmitir outras enfermidades. Em um ambiente degradado, como denunciam os moradores, a reprodução aumenta.
“Colocaram veneno, mas ainda tem bastante. Eles se reproduzem de forma extraordinária”, observa a técnica de enfermagem Mirela Couto. Segundo a moradora, a prefeitura do município informou ter notificado o proprietário do terreno baldio, mas ela não sente que a medida é eficaz no combate à praga. “Não resolve muita coisa”, lamenta.
Por telefone, a Prefeitura de Paulista informou que vai encaminhar uma equipe à Rua Paudalho na quarta (2) para tentar resolver novamente o problema. Não foram estipulados prazos.
G1PE



