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“O fluxo ainda está bem reduzido. No ambulatório de oncologia circulam, em média, 300 pessoas numa segunda-feira típica, mas nesta segunda tivemos cerca de 50 apenas”, contabilizou a gestora do Ceon, Cristiana Tavares. Segundo ela, a grande maioria dos pacientes é de regiões fora da RMR e dependem de ônibus e carros para chegar até o serviço. A médica reforçou que todos os estoques do Ceon estão completos. No Hospital das Clínicas (HC), ligado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o percentual de falta dos pacientes também é alto: 70% dos homens e mulheres atendidos lá não compareceram nos últimos dias.
Em nota, o HC informou que os ambulatórios estão mantendo as consultas já agendadas, conforme disponibilidade de cada clínica. Durante esse período de desabastecimento de combustíveis, as internações estão sendo realizadas respeitando os casos graves ou aqueles que podem ter evolução negativa para a saúde do paciente, como as cirurgias oncológicas, as urgências e emergências da Maternidade de Gravidez de Alto Risco, entre outros.
As cirurgias no HC são realizadas respeitando a lista de prioridades de cada chefia de clínica e verificando a disponibilidade da Unidade de Processamento de Materiais Esterilizados e de suprimentos do dia. Cada chefia de clínica está priorizando as altas possíveis de pessoas internadas, cabendo ao hospital o compromisso de fornecer a medicação para que o paciente faça o uso em casa, quando for o caso. Quanto a suprimentos e insumos, o HC está abastecido e segue monitorando dia a dia os seus estoques.
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