De acordo com Padilha, das 11 entidades que participaram das negociações, apenas a União Nacional dos Caminhoneiros não concordou com os termos. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil caminhoneiros, confirmou à reportagem da Folhapress que também não concorda com a política do governo. Mais cedo, a associação abandonou a reunião com o governo.
Veja alguns pontos do acordo:
Preço do diesel será reduzido em 10% e ficará fixo por 30 dias. O valor ficará fixo em R$ 2,10 nas refinarias pelo período
Os custos da primeira quinzena com a redução, estimados em $ 350 milhões, serão arcados pela Petrobras. As despesas dos 15 dias restantes ficarão com a União como compensação para a petrolífera.
A cada 30 dias, o preço do combustível será ajustado conforme a política de preços da Petrobras e fixado por mais um mês.
Não haverá reoneração da folha de pagamento do setor de cargas
Tabela de frete será reeditada a cada três meses
Ações judiciais contrárias ao movimento serão extintas
Multas aplicadas aos caminhoneiros em decorrência da paralisação serão negociadas
Entidades e governo terão reuniões períodicas
Petrobras irá contratar caminhoneiros autônomos como terceirizados para prestação de serviços
FOLHAPE



