O acusado chegou, por volta das 9h30, vestindo uma camisa branca e escoltado por policiais. Segundo o promotor do caso, André Rabelo, 29 testemunhas serão ouvidas, sendo 18 de acusação e 11 de defesa. Rabelo afirma que a acusação possui diversas provas testemunhais e técnicas e espera que o acusado seja levado a júri popular. O advogado Miguel Arruda da Mota Silveira Filho, um dos sobreviventes, não falou com a imprensa. Ele deve ser o primeiro a ser ouvido.
Miguel teria pedido para o réu não estar presente durante o depoimento. A família de Roseane Maria Brito de Souza, que trabalhava como babá dos filhos de Miguel, também foi ao Fórum e pediu justiça. Na sessão, o réu pode prestar depoimento, caso queira.
A colisão - Ocorrida em 26 de novembro de 2017, a colisão provocou a morte da funcionária pública Maria Emília Guimarães, de 39 anos; do filho dela, Miguel Neto, de 3 anos; e da funcionária Roseane Maria de Brito Souza, de 23 anos, que estava grávida. O marido de Maria Emília, o advogado Miguel Arruda da Motta Silveira Filho, de 45 anos, e a filha deles Marcela, de 5 anos, ficaram gravemente feridos, mas sobreviveram. A menina ficou dois meses internada e com sequelas devido ao grande trauma.
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