João Victor chegou cedo à 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, localizado no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, na Ilha de Joana Bezerra, área central do Recife. A testemunha da defesaque faltou a primeira audiência, realizada no início deste mês, também prestou depoimento.
Segundo o assistente de acusação do caso, o advogado André Caúla, João Victor respondeu a tudo o que foi perguntado, assim como a testemunha. "Não teve muito o que acrescentar, além do que já consta nos autos", disse, acrescentando que esta é a última audiência de instrução.
"A partir de agora vamos ter um prazo para a apresentação das acusações finais pelo Ministério Público e sucessivamente a assistência de acusação e a defesa do João Victor. Mais para frente sai uma sentença de pronúncia que pode deliberar a ida ou não dele ao júri", completou.
Acidente
João Victor é acusado de provocar o acidente que deixou três pessoas mortas: a funcionária pública Maria Emília Guimarães, de 39 anos; o filho dela, Miguel Neto, 3; e a babá Roseane Maria de Brito Souza, de 23, que estava grávida. A colisão ainda deixou gravemente feridos, o marido de Emília, o advogado Miguel Arruda da Motta Silveira Filho, de 45 anos, e a filha Marcela, de 5, que ficou com sequelas.
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