O balanço foi divulgado na manhã desta quarta (11) pela corporação. Além do dinheiro e das armas, a PF também apreendeu sete discos rígidos, dez celulares, um tablet, cinco notebooks, três agendas, 2.200 folhas de cheques com valores diversos, carimbos, cartões magnéticos e documentos.
O tenente-coronel da PM preso durante a operação, identificado como Persio Araújo Ferraz, foi ouvido pela PF e, devido ao porte irregular de cinco armas de fogo, ultrapassou o limite da pena estabelecida pela fiança. Dessa forma, ele foi encaminhado à Academia de Polícia Militar de Paudalho para aguardar uma audiência de custódia nesta quarta (11).
Caso seja liberado pela Justiça, ele responde em liberdade. Em caso negativo, ele volta à academia em Paudalho e fica à disposição da Justiça Federal.
Entenda o caso
As investigações começaram em março e apuram a relação do oficial da PM com uma das empresas de segurança que é alvo da operação, apesar de, oficialmente, ele não constar como sócio da mesma.
O trabalho da PF foi iniciado depois que as duas empresas entregaram documentos considerados falsos para renovar a autorização de funcionamento. Os policiais acreditam que as empresas estão interligadas e seriam pertencentes às mesmas pessoas.
O tenente-coronel detido durante a operação é lotado na Superintendência Militar e de Segurança Legislativa da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), segundo o site da casa.
Procurada a Alepe, que confirmou, por meio de nota enviada na terça (10), que o tenente-coronel da Polícia Militar Pércio Araújo Ferraz encontra-se lotado na Superintendência Militar e de Segurança Legislativa do Poder Legislativo Estadual.
G1PE



