A suspeita estava com um relógio de pulso com acesso à internet por baixo da manga da camisa e ia constantemente ao banheiro, o que despertou a desconfiança do fiscal de sala. Após a descoberta do relógio, a candidata foi eliminada do concurso e o 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM) foi acionado.
A presa contou que outro candidato, que também fazia a prova, recebia os gabaritos repassados através do relógio. Ele foi procurado, mas já havia saído do local e não foi preso. A reportagem do FolhaPE entrou em contato com o CRF-PE e aguarda o posicionamento do conselho sobre o caso.
Ela foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Boa Viagem e em seguida levada para a sede da Polícia Federal (PF). Ela foi autuada pelo crime de fraudes em certames de interesse público, contido no artigo 311-A do Código Penal Brasileiro. Caso condenada, ela poderá pegar pena de um a quatro anos de reclusão. A administradora pagou a fiança e foi liberada para responder ao crime em liberdade.
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