Em sua edição desta sexta-feira (20), o El País falou da existência de uma cláusula cuja quantia dependeria dos objetivos esportivos alcançados "e que nunca seria menor do que 300 milhões de euros", podendo ser efetivada a partir do dia 1º de setembro caso Neymar desejasse deixar o PSG.
A prática está proibida na França, como estipula o artigo 202 do regimento da LFP. "Não existe a cláusula no contrato do jogador, homologado pela comissão jurídica da LFP", indicou a entidade à AFP. Neymar se tornou o jogador mais caro da história após o PSG pagar 222 milhões de euros para tirá-lo do Barcelona, cobrindo cláusula de rescisão legalizada na Espanha.
Os rumores da saída do astro brasileiro do clube francês continuam vivos. Neymar está em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, se recuperando de uma operação para reparo da lesão no quinto metatarso do pé direito. O nome do Real Madrid soa frequentemente como possível destino do atacante. O jornal esportivo Marca afirma que não existe cláusula de rescisão imediata, mas que, em meados de 2019, Neymar "poderia sair por 222 milhões de euros, a mesma soma paga pelo PSG ao Barcelona no verão passado".
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