A agressão ocorreu próximo a uma rave que o jovem estava frequentando e, após uma suposta briga entre ele e donos de uma barraca na praia, ele teria sido espancado por pelo menos sete pessoas até a morte.
No enterro estavam presentes parentes e muitos amigos de Matheus Cunha. O sentimento, além de tristeza e comoção, era de cobrança às autoridades para que o caso seja resolvido e os responsáveis sejam encontrados e devidamente punidos.
As investigações do homicídio estão sob a coordenação da delegada de Paulista, Larissa Souza, e ocorrem em sigilo. Novos fatos só devem ser apresentados pela polícia ao final do processo investigativo ou a partir de novas declarações da delegada.
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