As duas frentes estão programando atividades conjuntas. Hoje faz um mês do assassinato brutal da vereadora, ativista de direitos humanos, uma das principais vozes da periferia do Rio de Janeiro. Além disso, neste sábado completa uma semana da prisão de Lula.
A ocupação que leva o nome de Marielle também faz parte da resistência dos grupos. Para os organizadores, a unidade da classe trabalhadora e dos que lutam por justiça é fundamental.
A CUT divulgou esta semana um calendário de ações nas redes sociais. A Central ressaltou que “vem denunciando desde o início que o golpe de 2016 é contra a classe trabalhadora, sua real motivação é o desmonte de direitos sociais e trabalhistas”.
No Recife, quem marca presença no ato Marielle Vive, Lula Livre é o projeto Som da Rural com Roger de Renor e equipe, que estará colocando som e abrindo o microfone aos participantes.
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