Organizado pela Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil (STAB), o seminário aborda temas diversos. Entre eles, produção de açúcar, qualidade de combustível, venda de energia e até os tipos da cana-de-açúcar. “Vamos falar sobre as variedades que se adaptam melhor ao início, meio e fim da safra da cana para buscar uma melhor e maior produtividade agrícola. O manejo do produto está relacionado ao solo e o acesso da área para usina”, explicou o gerente agrícola da Usina Cucaú, Júlio Costa Filho, que participará da mesa redonda sobre o produto, hoje.
Presidente do Grupo EQM, que detém as Usinas Cucaú (Pernambuco), Utinga Leão (Alagoas) e esta Folha de Pernambuco, Eduardo de Queiroz Monteiro também participou do evento. Na ocasião, foram discutidas melhorias para a cana-de-açúcar no momento da colheita e nas fábricas. Na avaliação do setor, o momento serviu de aprendizado sobre ações capazes de reduzir as perdas da produção, como a manutenção de equipamentos, as boas práticas no laboratório da cana e a capacitação de pessoal. “Foram temas fundamentais para contribuir com o aumento da produtividade. Através do seminário, será possível tirar conclusões e propor adesões nas propriedades”, enfatizou Júlio Costa Filho.
Outro ponto tratado no evento foram os reflexos da Reforma Trabalhista no setor sucroenergético. “O ponto central da reforma foi o negociado sobre o legislado”, lembrou o consultor jurídico do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúçar-PE), Marcelo Lopes, frisando que o segmento já realiza uma das melhores discussões coletivas do Brasil, seja na área do trabalho rural ou na indústria. “A medida é um avanço muito grande na flexibilização das relações de trabalho”, pontuou a diretora de gestão de pessoas das usinas Cucaú e Leão, Cláudia Dantas.
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