Além da prevenção a verminoses, o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) promove o preenchimento de uma “ficha de autoimagem”, para o diagnóstico da doença, que não tem cura e não tem risco de transmissão caso o paciente esteja sendo tratado. A meta é que 75% dos alunos respondam o questionário.
Em 2017, o Recife apresentou uma taxa de detecção de 29 casos de hanseníase a cada 100 mil habitantes na população. No caso dos menores de 15 anos, o índice chegou a 8,5 casos por 100 mil pessoas. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, o índice indica a presença de adultos como fonte de infecção para crianças e adolescentes no espaço intradomiciliar.
A primeira ação da campanha ocorre na Escola Municipal Deputado Edson Cantarelli, no Jordão, na Zona Sul. Durante a última campanha nacional, em 2016, dos 40.311 alunos atendidos, 19.914 (49,4%) foram tratados para helmintíase, causada por parasitas.
Do total de 24.055 alunos que receberam a ficha de autoimagem para hanseníase, 19.977 (83%) devolveram a ficha preenchida e foram triados para realizar ou não o exame clínico-dermatológico em unidades de saúde. Desses, um total de 415 foi considerado suspeito para a doença e nenhum caso foi confirmado para hanseníase.
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