O presidente não confessa que sua “candidatura à reeleição” é um blefe para não ser considerado “ex” ainda ocupando o cargo.
Temer sabe que corre o risco de ser abandonado pelos aliados, ansiosos por estabelecer alianças com candidaturas promissoras.
Admitindo a candidatura à reeleição, o presidente planta a dúvida do “vai que...” nos políticos, segurando a precipitação de traições.
Na intimidade, Temer tranquiliza amigos e familiares, principalmente a primeira-dama Marcela: não será mesmo candidato.
DIÁRIO DO PODER



