Segundo Soares, o pastor usava de sua posição na comunidade religiosa para cometer os crimes. As vítimas foram encaminhadas para exames sexológicos no Instituto Médico Legal (IML). O inquérito deve ser concluído logo após a Semana Santa.
Uma das mães disse à reportagem que os abusos ocorreram na casa do pastor, onde as crianças se reuniam para eventos religiosos. "Ele reunia as crianças na casa dele para promover banhos de piscina, e eu acredito que era para fazer esses estupros. Depois que eu vi, da minha casa, que ele tomava banho de piscina com as crianças eu proibi que as minhas duas filhas participassem", relatou.
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