Segundo a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), a avenida foi bloqueada pouco antes das 11h e liberada por volta das 11h40. Não há informação sobre quantas pessoas participaram do ato.
O motorista Roberto Carlos Torres explica que, para os manifestantes, a assembleia da categoria sobre o tema da contribuição sindical não foi convocada de maneira adequada. “Nós fomos maioria em dizer não, mas mesmo assim o presidente aprovou a volta da cobrança. Por isso, os demais colegas que são contra pararam os veículos aqui na avenida contra esse desconto do salário do trabalhador”, afirmou.
Com a mudança na legislação trabalhista, a contribuição sindical passou a ser opcional. Até então, o pagamento era obrigatório para todos os trabalhadores formais e vinha descontado na folha de pagamento referente ao mês de março, com valor equivalente a um dia trabalhado.
Por meio de nota, o Sindicato dos Rodoviários afirmou que a aprovação da cobrança do imposto sindical se deu "de forma democrática e participativa" e que "não participa nem apoia a paralisação realizada na manhã de hoje, que tem como fundamento único e exclusivo, fazer oposição política à atual gestão".
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