Kobe atuou como roteirista, narrador e produtor executivo da obra. Para transformar o poema em vídeo, contou com o suporte de luxo do ilustrador Glen Keane, de “A Bela e a Fera” e “Aladdin”, e do compositor John Williams, responsável pela trilha sonora da saga “Star Wars".
No palco, a lenda do esporte norte-americano e mundial agradeceu aos familiares e ainda alfinetou a apresentadora do canal "Fox News" Laura Ingraham, que, em rede nacional, atestou que "LeBron (James) deveria calar a boca e driblas uma bola de basquete", se referindo às críticas feitas pelo jogador ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
"Não sei se isso é possível. Como jogadores de basquete nós só deveríamos driblar e arremessar. Eu estou orgulhoso de conseguir fazer um pouco mais do que isso. Obrigado, Academia, por essa honra maravilhosa. E obrigado John Williams pela maravilhosa trilha sonora, Obrigado Verizon por acreditar no filme. Obrigado Molly Carter, sem você nós não estaríamos aqui. E obrigado a minha mulher Vanessa e nossas filhas Natalia, Gianna e Bianka. Vocês são as minhas inspirações", disse ele, que foi parabenizado nas redes sociais pelo Los Angeles Lakers, franquia pela atuou durante toda a carreira, e por companheiros do esporte.
Polêmica
Embora tenha a trajetória reconhecida, a premiação de Kobe ressuscitou o fato de ele ter sido acusado de estuprar uma mulher de 19 anos em 2013. A moça era funcionária de um hotel do estado de Colorado no qual o jogador, à época com 24 anos, estava hospedado.
Como a indústria cinematográfica norte-americana vive o #MeToo, movimento no qual as mulheres vítimas de assédio e abuso sexual romperam o silêncio e que chegou a ser considerado a personalidade do ano da revista americana Time, falou-se de um possível constrangimento sobre a presença do ex-jogador.
Kobe alegou que o sexo entre os dois foi consentido. A investigação foi paralisada após a jovem parar de colaborar com a polícia e se recusar a testemunhar contra ele. Entretanto, entrou com um processo civil, que resultou em um acordo de US$ 5 milhões. Posteriormente, Kobe se desculpou pelo caso.
Como a indústria cinematográfica norte-americana vive o #MeToo, movimento no qual as mulheres vítimas de assédio e abuso sexual romperam o silêncio e que chegou a ser considerado a personalidade do ano da revista americana Time, falou-se de um possível constrangimento sobre a presença do ex-jogador.
Kobe alegou que o sexo entre os dois foi consentido. A investigação foi paralisada após a jovem parar de colaborar com a polícia e se recusar a testemunhar contra ele. Entretanto, entrou com um processo civil, que resultou em um acordo de US$ 5 milhões. Posteriormente, Kobe se desculpou pelo caso.
FOLHAPE



