A delegada Lidia Barci explica como as investigações chegaram a Deyvson. "É um grupo da comunidade, que se chama 'Casa Forte Mais Seguro', onde estão vários representantes. Nele são discutidas questões como segurança, mobilidade, urbanidade, educação e ajuda também a polícia a solucionar os casos", disse.
Imagens das câmeras de segurança mostram que Deyvson chegou rapidamente ao cofre do estabelecimento. A suspeita da PCPE é de que um ex-funcionário demitido na semana passada tenha repassado informações.
"Os vídeos mostram que ele foi um dia antes observar o local e articular melhor o crime. Acreditamos que um ex-funcionário tenha dado alguma informação para ele poder chegar ao cofre tão rápido. Esse ex-funcionário vai ser ouvido hoje [nesta quarta] na delegacia de Casa Amarela", completou a delegada.
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