O Brasil decidiu investir no satélite para “salvaguardar informações estratégicas do governo, inclusive militares”. Isso evaporou.
A coluna antecipou que empresas brasileiras recorreriam à Justiça para tentar cancelar o contrato de exploração do SGDC pela Viasat.
Quando apontou “soberania” e comunicações estratégicas “blindadas”, o Ministério da Defesa não imaginava o SGDC em mãos americanas.
Na ação, as autoras pedem multa diária de R$1 milhão caso não sejam autorizadas a instalar equipamentos adquiridos para explorar o satélite.
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