Carlos, figura do terrorismo "anti-imperialista" dos anos 1970-80, não esteve presente na corte parisiense durante o veredicto, já que se negou a se apresentar no último dia de audiência, alegando supostos maus tratos dos guardas.
Sua condenação à terceira pena de prisão perpétua foi feita há um ano, mas ele havia recorrido. Carlos, que hoje tem 68 anos, nega qualquer implicação com o ataque.
O ataque ao centro comercial Drugstore Publicis deixaram dois mortos e 34 feridos.
Carlos está preso na França desde sua detenção no Sudão pela polícia francesa em 1994.
Ele já foi condenado duas vezes à prisão perpétua pelo assassinato de três homens - entre eles dois policiais em 1975 em Paris - e por quatro atentados com explosivos que deixaram 11 mortos e 150 feridos em 1982 e 1983, em Paris, Marselha e em dois trens. Nessa época ele atuava na Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), segundo na BBC.
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