Por falar nelas, um boneco gigante, o Gabrielzão, também esteve no local para lembrar deste dia de reflexão e de luta. Ele é inspirado em um outro Gabriel, que tem 16 anos e possui a síndrome. Enquanto brincava, a mãe dele, Jaqueline Monteiro, explicou o sentimento dela e de outros pais.
“Temos avanços na sociedade, mas em muito é preciso evoluir. Mais respeito para todos é isso que pedimos. Ainda existe muito preconceito”, afirmou. Ela faz parte do grupo Down +, que discute e luta por melhores condição de vida para essas pessoas. O Gabrielzão existe há cinco anos e já é figura certa no Carnaval de Olinda.
O secretário de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos, Odin Neves, explicou que é justamente este o intuito da ação, que segue o entendimento de todo trabalho realizado pela Prefeitura de Olinda. “Oportunidade e respeito são duas palavras que eles precisam e a sociedade precisa ter”, colocou.
SECON



