A estudante de arquitetura Ana Lins levou a mãe, Lúcia Arruda Lins, e o tio, Rodrigo Arruda Luna, para um passeio em um dos lugares turísticos da cidade. Inicialmente, a família buscou acompanhar um projeto que proporciona passeios de bicicleta a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, que deixou o bairro da Jaqueira, na Zona Norte, para atuar no Bairro do Recife.
O passeio até o Marco Zero coincidiu com um ideal compartilhado entre os integrantes do núcleo familiar. “Sempre buscamos aproveitar os espaços públicos e essa foi uma boa oportunidade. Eu soube que o letreiro da cidade estava reformado e trouxe minha família para olhar”, comenta a estudante.
Recifense, o contador Renan Manguinho também teve a mesma ideia de aproveitar o domingo no Centro da cidade. Retomando um antigo hábito pessoal de pedalar na ciclofaixa, montada aos domingos e feriados, ele deseja que outras pessoas também possam fazer o mesmo.
“Recife é uma cidade linda e tem que ser aproveitada pelas pessoas. Eu iria seguir para Boa Viagem [na Zona Sul], mas decidi ficar mais um pouco, porque está bem movimentado”, comenta o servidor público.
Voluntária de uma academia comunitária no Jordão, na Zona Sul do Recife, Karollyn Rodrigues levou as alunas para a aula de ritmos musicais em um ambiente diferente do que elas costumam frequentar. Contagiadas pelo clima de festa em um dos pontos turísticos da cidade, ela incentiva a promoção de outras iniciativas culturais em diferentes épocas do ano.
“Teria que ter todo fim de semana. O aniversário do Recife deveria ser todo dia”, brinca a educadora.
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