Givanildo foi encaminhado para a UPAE Garanhuns, e agora a história é outra. "Hoje eu sou um exemplo para os outros pacientes", avisa logo. Desde 2016 Givanildo e sua esposa Maria Vanda estão semanalmente na Unidade. "Quando não venho, eu sinto falta. Conheço todos aqui. Essas doutoras são uns anjos", referindo-se a Anaírda Fernandes, Fonoaudióloga, e Andressa Ferro, Terapeuta Ocupacional, que fez um trabalho de reabilitação motora por mais de um ano com o paciente.
Na UPAE Garanhuns, Givanildo também já passou por Oftalmologista, Neurologista, Cardiologista, Urologista, Dermatologista e Psicólogo. "Quando ele chegou na UPAE não se movimentava, não sentava, não falava, estava em cadeira em rodas, bastante debilitado físico e emocionalmente. Chorava bastante" _ registra Anaírda Fernandes.
A sequela do AVC é percebida ainda no caminhar e no falar, mas Givanildo já faz caminhadas no parque, anda de bicicleta, pilota moto e até já dirige seu carro. Quanto à fala, o paciente está recebendo alta do grupo de Motricidade Oral, que acontece semanalmente na unidade, pois seu desenvolvimento foi muito satisfatório, e agora é preciso dar lugar a outra pessoa necessitada deste cuidado. Givanildo voltou a ser aquele Givanildo bom de conversa.
Perguntado o que a UPAE Garanhuns representou em sua vida, não pensou duas vezes: "Nasci de novo aqui!".



