Trump e seu vice-presidente, Mike Pence, receberam alunos, professores e parentes de vítimas da Marjory Stoneman Douglas, de Parkland, na Flórida, e também de Columbine, em 1999, e da Sandy Hook, em 2012.
Andrew Pollack, pai da jovem Meadow, de 18 anos, morta em Parkland, deu um emocionado depoimento, reclamando que passou por rigorosos controles no aeroporto e até mesmo no elevador para chegar à Casa Branca, enquanto sua filha morreu dentro de uma escola. "Falo por ela, porque ela não está mais aqui. Vamos acabar com isso. Eu não vou parar enquanto não acabarmos com isso. Estou furioso", afirmou.
Samuel Zeif, sobrevivente do ataque, falou sobre os colegas que morreram e disse que queria se sentir seguro na escola e que não consegue ficar bem sabendo que outras pessoas ainda terão que passar pelo mesmo que ele passou. "Fiz 18 anos um dia depois, acordei com a notícia de que meu melhor amigo estava morto e fiquei pensando em como pode ser tão fácil alguém entrar em uma loja e comprar uma arma de guerra, um AR-15", disse, entre lágrimas.
Zeif citou então o caso da Austrália, que endureceu suas leis em relação às armas após um tiroteio em uma escola em 1999. "Vocês sabem quantos outros aconteceram desde então? Zero. Nenhum", ressaltou.
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