Segundo a versão do indiciado, ele estaria ingerindo bebida alcoólica com Maria Aparecida dos Santos Fidelis, de 52 anos, em um bar na região de Barra de Jangada. A vítima o teria convidado a ir à casa dela, onde permaneceram bebendo até que a bebida acabou. Alefy foi em casa pegar mais dinheiro com a mãe e retornou para o local do crime com intuito de pegar os cascos de cerveja.
“Ele disse que a vítima tentou manter relações sexuais com ele, que não quis e a empurrou. A vítima, nesse momento, deu um tapa na cara dele. Ele então pegou uma faca que estava na mesa e deu uma facada na parte superior do tórax, já próximo ao pescoço”, contou o delegado de Piedade, Osias Tibúrcio.
Após cometer o crime, o suspeito teria ido para um ponto de droga e lá usou maconha. Um traficante da localidade o teria instruído a voltar ao local e conferir se a vítima estava realmente morta. “Ele voltou ao local na companhia de um traficante conhecido como Fernandinho. Quando chegaram lá, o traficante começou a decapitar o corpo da vítima, já sem vida. Após o início da decapitação, o próprio Alefy continuou decapitando a vítima e separou completamente a cabeça do tronco”, detalhou. O delegado, porém, não confirma se a história é verídica ou se existe mesmo esse traficante.
Ainda segundo o depoimento do suspeito, o traficante teria chutado a cabeça dela por diversas vezes e, em seguida, saiu da casa para entregar aos cachorros, para que comessem a cabeça dela. Alefy teria impedido e, segundo ele, colocado a cabeça no muro para que os cachorros não pegassem. “Quando perguntado porque no muro, ele contou não querer entrar na residência do crime”, disse o delegado.
O suspeito foi enviado ao Centro de Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel) e irá responder por homicídio por motivo fútil e destruição de cadáver. O traficante Fernandinho segue sendo procurado da polícia e será indiciado por destruição de cadáver, por ter praticado a decapitação com a vítima já morta.
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