O congressista foi considerado culpado de ter sido beneficiário do pagamento de propinas da empreiteira para conceder obras públicas no país.
Bernardo Miguel Elías foi condenado por crimes de suborno e tráfico de influência, que aceitou, indicou a Corte Suprema, encarregada de investigar e julgar os congressistas.
Conhecido como "Ñoño" Elías, o congressista do governista Partido Social de Unidade Nacional, do qual o presidente Juan Manuel Santos faz parte, é considerado um dos barões eleitorais da Colômbia.
Elías segue vinculado a outros processos por lavagem de dinheiro e acordo para cometer crimes relacionados ao mesmo caso.
Propinas na Colômbia
A empreiteira Odebrecht, afundada em um escândalo global de corrupção, reconheceu ante o governo dos Estados Unidos ter outorgado US$ 11,1 milhões em propinas na Colômbia.
Segundo a Procuradoria colombiana, os subornos superariam os US$ 27,7 milhões.
O ente investigador pediu em novembro à Corte Suprema para averiguar 8 congressistas governistas, entre eles Elías, e um ex-ministro de Santos, por sua suposta participação na trama de propinas.
Segundo a Procuradoria colombiana, os subornos superariam os US$ 27,7 milhões.
O ente investigador pediu em novembro à Corte Suprema para averiguar 8 congressistas governistas, entre eles Elías, e um ex-ministro de Santos, por sua suposta participação na trama de propinas.
G1



