O grupo parou nos arredores do Palácio do Campo das Princesas, para entregar uma carta a um representante do governador Paulo Câmara. "Queremos que os deputados aprovem a lei do jeito que está, para regularizar os aplicativos da forma certa. Muita gente depende dessa renda", afirma Márcia Cruz, uma das representantes da categoria.
Os motoristas se concentraram em frente ao Classic Hall, em Olinda, desde às 7h e partiram em direção ao Palácio do Campo das Princesas, por volta das 11h. Os carros seguiram pela Avenida Cruz Cabugá, o que deixou o tráfego mais lento no centro da capital pernambucana.
O protesto contou com acompanhamento da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) e os carros seguiram pela faixa da esquerda, deixando o trânsito fluir.
Votação
O protesto contou com acompanhamento da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) e os carros seguiram pela faixa da esquerda, deixando o trânsito fluir.
Votação
Inicialmente, a PL foi aprovada na Câmara dos Deputados com itens que não agradavam a categoria, como a exigência da placa vermelha (semelhante aos táxis) e de uma regulamentação específica das prefeituras das cidades em que funcionaria. A PL também apresentava a obrigatoriedade de que o motorista fosse o proprietário do veículo.
Esse primeiro texto foi modificado na votação do Senado, em outubro de 2017, e esses pontos foram retirados ou alterados no projeto. A PL então volta a ser votada na Câmara de Deputados na terça-feira (27).
O pedido dos motoristas de aplicativos é que o texto seja votado e aceito do jeito que está, sem passar por mais nenhuma alteração. Nos carros, o nome "Lei do Retrocesso" faz referência ao primeiro texto aprovado na Câmara.
“Com todas essas exigências eles querem criar um novo táxi. E nós perderíamos todas as vantagens que o aplicativo nos proporciona. O senado já tirou essas questões do novo texto e nós queremos que a Câmara não mude nada, apenas aprove do jeito que está", explica Márcia Cruz, uma das representantes da categoria.
Esse primeiro texto foi modificado na votação do Senado, em outubro de 2017, e esses pontos foram retirados ou alterados no projeto. A PL então volta a ser votada na Câmara de Deputados na terça-feira (27).
O pedido dos motoristas de aplicativos é que o texto seja votado e aceito do jeito que está, sem passar por mais nenhuma alteração. Nos carros, o nome "Lei do Retrocesso" faz referência ao primeiro texto aprovado na Câmara.
“Com todas essas exigências eles querem criar um novo táxi. E nós perderíamos todas as vantagens que o aplicativo nos proporciona. O senado já tirou essas questões do novo texto e nós queremos que a Câmara não mude nada, apenas aprove do jeito que está", explica Márcia Cruz, uma das representantes da categoria.
G1PE



