Os institutos ainda fazem pesquisas de intenção de voto segundo regras e parâmetros que já não existem. Também serão surpreendidos.
A campanha será inovadora, rápida, estonteante, e marca o começo do fim do guia eleitoral. Mais do que nunca, redes sociais serão cruciais.
Antes, pesquisa com tamanha antecedência servia só para políticos anteciparem "doações" de empresas como Odebrecht, JBS etc etc.
Antes coadjuvantes, partidos serão protagonistas: poderão escolher os candidatos que terão acesso ao "fundão" público de R$1,7 bilhão.
DIÁRIO DO PODER



