Os locais mais críticos, até o momento, foram a avenida Conde da Boa Vista, no sentido Cidade/Subúrbio; a avenida Agamenon Magalhães, sentido Olinda/Recife, próximo ao cruzamento com a rua Buenos Ayres, depois da descida do viaduto sobre a avenida João de Barros; e a Via Mangue, sentido Piedade/Pina, perto do antigo Aeroclube na Zona Sul.
O engenheiro Roberto Rêgo afirmou ter passado duas horas para se locomover do Bairro do Recife até Casa Forte. "Todo canto que eu virava, tinha um congestionamento e não vi nenhum bloco durante meu trajeto. Saí do Recife Antigo pelo bairro dos Coelhos. As ruas da Ilha do Leite estavam entupidas de todo lado. Cruzei a Agamenon (Magalhães), passei pela frente do Ssport, e mais engarrafamentos, como na Estrada dos Remédios. Vou dar preferência para lugares que eu possa ir a pé", contou.
A gerente Tânia Campos, que estava no Recife Antigo, teve que esperar mais de uma hora para pegar uma carona de amigos. "Eles vinham de Boa Viagem. Ficaram um tempão parados na Via Mangue", disse.
Segundo a CTTU, além do fator Carnaval, a queda de uma árvore na rua Amélia gerou reflexos na Agamenon Magalhães. Também o excesso de carros em apenas uma rota alternativa afetou a mobilidade na Conde da Boa Vista e na Agamenon. A autarquia colocou agentes e orientadores de trânsito em pontos estratégicos, visando minimizar os transtornos.
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