De acordo com a Fitch, a decisão do governo de não votar a reforma da Previdência representa importante revés para o País. "A Previdência ficou para depois da eleição e há incertezas sobre o próximo governo", afirmou a agência.
Com o rebaixamento, o Brasil ficou três graus abaixo do chamado grau de investimento – uma espécie de selo de bom pagador, que indica que determinada região é segura para os investidores.
Em janeiro, a S&P já havia cortado o rating do Brasil para "BB-", alegando a demora na implementação do ajuste fiscal e a incerteza política sobre as eleições presidenciais.
O governo já espera um rebaixamento também pela Moody's. A agência já se manifestou, afirmando que o fim da reforma da Previdência é negativo para a nota de crédito do país.



