No ano passado, o horário de verão gerou uma economia de R$ 159,5 milhões por causa da redução do acionamento de usinas termelétricas durante o período. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o valor foi superior às expectativas iniciais, de R$ 147,5 milhões, mas ficou abaixo dos R$ 162 milhões do período anterior, entre outubro de 2015 e fevereiro de 2016, o que colocou em xeque a sua aplicação. O número oficial da economia desta temporada deverá ser divulgado nos próximos dias.
Para a próxima temporada, em vez da segunda semana de outubro, o Governo Federal prorrogou em 15 dias a sua implantação, passando a vigorar a partir de 4 de novembro, após o fim do período eleitoral. Já o encerramento ocorre como de costume, no 3° domingo de fevereiro de 2019. Essa redução foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, que solicitou a mudança como forma de facilitar a apuração dos votos, já que não terá mais diferença nos fusos horários.
Passagens
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) recomenda ao usuário seguir o horário descrito no bilhete aéreo, pois ele já é emitido levando-se em conta a hora local vigente na data da viagem. Em caso de dúvida, os passageiros são orientados a buscar informações no site da companhia aérea contratada ou por meio dos canais de atendimento telefônico.
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